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Agtech potencializa sistemas de agrofloresta com ciência de dados
Modelo gera sinergias entre lavouras, animais e florestas para agregação de valor
Terça, 08 de Junho de 2021
Divulgação

A agtech Pretaterra potencializa os resultados de sistemas de agrofloresta por meio de ciência de dados (Data Science) para disseminar novos modelos de agronegócio.

A proposta é usar análise e simulação baseadas em bancos de dados robustos para permitir aos empreendedores rurais tomadas de decisão mais assertivas. Em resumo, o sistema que une floresta, animais e lavoura já pode utilizar conceitos avançados de bioeconomia e sustentabilidade com base no digital.

“Na implantação de um sistema agroflorestal, as decisões que não se baseiam nos repertórios produtivo e ambiental caminham para o fracasso”, alerta Paula Costa, engenheira florestal e cofundadora da Pretaterra.

Ela lembra que, para harmonizar a criação de animais, lavouras, florestas e recursos hídricos disponíveis, é preciso entender como cada um deles funciona e a região onde aquele sistema se encontra.

“A lógica de todos os projetos agroflorestais é a mesma, pois nos inspiramos nos ecossistemas naturais. Contudo, não existe uma receita pronta e a análise de dados é fundamental para elaborar o design próprio mais adequado para cada sistema produtivo”, acrescenta Paula.

Ao lado do também engenheiro florestal Valter Ziantoni, Paula fundou a empresa há cinco anos para ser, além de consultoria, um hub de inteligência agroflorestal. Juntos, eles já implementaram mais de 100 projetos dentro e fora do Brasil.

Valter destaca a importância da sistematização e da disseminação da informação para que o agronegócio adote as práticas sustentáveis reconhecidas internacionalmente.

“Em nossos treinamentos, existe muita troca de experiências e aprendizado e isso agrega valor de forma diferente de uma monocultura. Aqui, a diversidade é um caminho para a produtividade e a resiliência dos sistemas”, detalha.

Segundo ele, o Brasil está se tornando uma vitrine mundial de projetos agroflorestais e o objetivo é construir um grande banco de dados para que mais produtores, do Brasil e de outros países, adotem este modo de produzir.

Fonte: Da Redação, com informações da AgEvolution
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